A cantora fazia seu show no palco, as pessoas iam e vinham, o álcool a deixara meio tonta, não conseguia pensar direito.
Finalmente sentou-se no chão e mordeu aquilo que seria sua janta. Neste momento, tudo se tornara mais lento, uma estranha confluência de psicodélicas e beleza a fizera apreciar o quanto aquele momento era único, pelo simples fato de estar sentada, jantando e observando tudo de um modo especial, como se o tempo transcorresse de forma lenta.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Relativo, não?
Chegara na barraca e depois de pouco tempo, conseguira pedir o cachorro-quente com coca-cola. Atrás de si, um barulho, uma mistura de vozes e conversas que não conseguia distinguir; à sua frente, o borbulhar da panela cozinhando as salsichas. O rapaz então entregara os pedidos e ela saiu, esquivando-se das pessoas, procurando insistentemente uma ponta de calçada para sentar.