Há situações que nos fazem querer dizer tantas coisas. Berrar, xingar, questionar. Obrigar o outro a se explicar em relação as suas atitudes completamente estúpidas e sem sentido. Só que daí tu resolves, por inúmeros motivos, deixar pra lá. E vai deixando… e daí chega uma hora que nem dá mais vontade de fazer nada disso. Tenho medo dessas faltas de vontade. Até que ponto elas são realmente saudáveis?
Acho que o que mais temo mesmo é o medo estúpido que sinto de deixar esvair pelos meus dedos uma possibilidade bonita que eu vislumbrei em algum momento… Uma possibilidade, veja bem. Que estupidez né? Assim como eu senti naquele momento, sentirei em outro. Porque assim é a vida. Assim ela é. Então nada justifica que eu me submeta a certos comportamentos os quais considero dispensáveis na minha vida… Nada. Não relevarei atitudes que eu considere insensíveis, egoístas. Nunca mais farei isso.
Quem quiser permanecer na minha vida, que faça por merecer. Não sou aquela imbecil do livrinho que joga o jogo do contente e nem a Madre Teresa. Sou uma mulher com M maiúsculo. E tenho dito.