Jogou-se abismo a frente, sentindo o atrito gostoso do vento sobre o seu rosto; abaixo, uma infinidade de pontos que não conseguia distinguir a real concepção dos fatos. Sentia-se livre como um pássaro, caindo a cada momento e desfrutando daquela sensação como se fosse o último. Uma experimentação de dores, sons, visões, explanações que só ele poderia tentar entender, mas preferia apenas se concentrar no ali e no agora, tendo o céu como testemunha e um pequeno lago que se aproximava a cada momento.
E agora?